terça-feira, 8 de setembro de 2009

A luta pelo pré-sal, as eleições de 2010



Antes do golpe de estado de 1964 ser efetivado, fascistas, democratas e liberais articula-r

am com o embaixador dos EUA no Brasil, Lincoln Gordon, o deslocamento de um porta-aviões para a Bacia de Santos. Os canhões ianques foram posicionados para dar retaguarda ao golpe fascista e ao governo pró-ianque que se impôs. Os lobistas internacionais e os testas-de-ferro nacionais converteram as reformas de base e todos os aspectos da vida nacional p

ara servir aos interesses das corporações alienígenas. Entre os conglomerados financeiros, industriais e comerciais que financiaram o terrorismo de estado, estavam as famigeradas “Sete Irmãs”, as multinacionais anglo-saxônicas do petróleo (Mobil, que depois se associou

a Exxon; Exxon, que, depois da fusão com a Mobil, se tornou Exxon Mobil; Shell; British Petroleum, agora BP; Chevron, depois, fundiu com a Texaco; Texaco, que com a Chevron formou a ChevronTexaco, para recentemente se converter em Texaco; e Gulf Oil, que se pulverizou para ser absorvida

pelas anteriores).

Com o fim do terrorismo de estado, o governo neoliberal de FHC (cujos partidos de sustentação são PSDB, PFL, PP, PPS) e a grande mídia nazi-fascista (as Organizações Globo a frente) passaram a burlar os mecanismos institucionais para desmantelar as empresas estatais que sobreviveram ao golpe militar. No caso da Petrobras, FHC colocou a venda 36% de suas ações na Bolsa

de Nova York, a pátria mother dos cartéis, por 10% do seu valor real! O objetivo era privatizar sorrateiramente a maior estatal do país. A mídia então não clamou por uma CPI da Petrobras. FHC também aprovou um projeto de lei, elaborado pelo lobby do petróleo, que inclusive contrariava a Constituição e a regra internacional, passando o direito de propried

ade a quem extraísse o petróleo – a famigerada lei do petróleo 9478/97 –, cabendo à União apenas uma cota parte (10%). Nos países exportadores de petróleo filiados à OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) o percentual é em média de 90%.

A capacidade de unidade e luta dos petroleiros conseguiu resistir a tudo isso. Bastou o governo Lula congelar o desmonte onde se encontrava, isto é, sem reverter o processo de dilapidação, apenas substituindo parte de sua diretoria, para que a empresa se consolidasse no cenário nacional e adquirisse projeção internacional. A divulgação do potencial de reservas na camada do pré-sal, descoberta realizada pela Petrobras, ainda na década de sessenta, a projetou entre as maiores do mundo. Pela primeira vez a empresa foi convidada a participar de reunião da OPEP, a principal organização internacional fora do controle dos cartéis.

Os números desta reserva são gigantescos e quanto mais se procura maiores são os números e possibilidades encontrados. Estimam-se reservas de, pelo lado dos mais conservadores, mais de 50 bilhões de barris de petróleo equivalente (BOE) e, dos otimistas, quase 340 bilhões de BOE. Apesar da queda no preço do petróleo devido à crise internacional (hoje está a pouco mais de US$ 60), as reservas podem gerar mais de US$ 3 trilhões (três trilhões de dólares, ou seis trilhões de reais, ou a toda produção anual dos EUA) a US$ 20,4 trilhões (mais de vinte trilhões de dólares, ou mais de 40 trilhões de reais, ou ainda toda produção dos EUA em seis anos). Levando em conta apenas a menor possibilidade, a descoberta já é um marco na história da indústria petrolífera mundial, não só pelo retorno financeiro e tecnológico, mas pela capacidade de resposta a grave crise energética no planeta.

Desgraçadamente, para dizer o mínimo, Maria Foster tomou o lugar de Ildo Sauer, um dos principais lutadores pela soberania nacional da estatal, particularmente com a crise criada pelo lobby imperialista do petróleo, parlamentares neoliberais e mídia pró-ianque com a nacionalização do gás pelo governo Evo Morales, na Bolívia. O ato nacionalista e revolucionário do povo equatoriano, inclusive respaldado pelo direito internacional, foi metamorfoseado pelo cartel do petróleo e suas tietes em provocação e ingerência daquele governo sobre nossa segurança nacional. Uma grande farsa. Os parlamentares neoliberais e mídia pró-ianque vomitaram as mais bestiais e reacionárias ideias em defesa das multinacionais, particularmente aqueles ligados aos interesses da Enron da Shell que controlavam as reservas daquele país.

A disputa em torno do nosso pré-sal está esquentando e preparando as eleições de 2010, tanto para o Executivo e Legislativo como federal e estadual. A Halliburton Company está encabeçando as articulações alienígenas e lesa-pátria para tomar o controle de nossas reservas naturais. O Brasil está a poucos passos de ser uma das maiores potências energéticas do planeta, basta que o nosso ouro-negro seja de propriedade nossa de fato. Os partidários do Brasil colônia e das trevas (PSDB, PFL, PPS, Rede Globo, Revista Veja, os jornais O Estado e a Folha de São Paulo, lobistas e consultores do cartel do petróleo) estão boicotando qualquer passo que o país tenta dar no sentido de retomar o controle total do nosso petróleo e do nosso gás.

Não é só com troca de cargos, inauguração de plataformas ou discursos nacionalistas que o governo Lula transformará o nosso petróleo e gás do pré-sal em nossa riqueza. Lula e seu governo devem “rasgar” imediatamente a lei lesa-pátria 9478/97 e colocar em seu lugar uma que represente os interesses nacionais-populares. Sabemos que um governo reformista não consegue ir além da troca de cargos e de discursos. A plataforma da esquerda reformista é segurar o Brasil no século passado, nos tempos da enganação do livre-mercado e da livre-concorrência. A plataforma da direita e do cartel internacional, os atuais “oposicionistas”, é fazer o Brasil retornar ao século XIX, tempos do colonialismo com palavras ocas de independência. A exemplo dos países irmãos, Venezuela e Equador, somente um governo revolucionário com uma plataforma revolucionária pode dar o progresso político-econômico que o pré-sal reserva ainda como potência.


José Tafarel

domingo, 30 de agosto de 2009

I ENCONTRO MOVIMENTOS SOCIAIS E UNIVERSIDADE

Caros Militantes, Estudantes e Professores,

CONVITE - 3ª CHAMADA

I ENCONTRO MOVIMENTOS SOCIAIS E UNIVERSIDADE
a crise do capital e a organização político-cultural dos movimentos sociais

De 8 a 11 de setembro de 2009
FACEDI - UECE - Itapipoca – Ceará

Organização
LUTEMOS
(Laboratório Universitário de Educação Popular, Trabalho e Movimentos Sociais),
NACE
(Núcleo de Artes Cênicas da FACEDI) e MST

Folder em anexo

Atenção! As caravanas do interior e da capital que estão se organizando rumo à Itapipoca favor informar à comissão do evento para que a mesma possa facilitar a sua melhor permanência durante o Encontro.

Recomendamos que façam com antecedência as reservas nos hotéis e as inscrições (abertas a partir da 08h00min do dia 08/09/09).

Professores, estudantes e militantes transformem a semana do evento em uma etapa de formação complementar, colocando-a em sua programação.

Favor reenviar este e-mail para outras listagens.

Caso sua instituição não tenha recebido o folder e o cartaz favor imprimir e divulgar amplamente.

comissão organizadora coletiva

Simone - MST - (88) 96286023;
Aurila – Quilombola – (88) 99023199; Valdir – LUTEMOS/FACEDI - (88) 99620893; Ana Cristina - NACE/FACEDI - (85) 86798615; Célio - LUTEMOS/FACEDI - (85) 99548642

abraço a tod@s e nos encontraremos em Itapipoca.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

"Um Exemplo de Guerreira"


Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima (Rio Branco, 8 de fevereiro de 1958) é uma política brasileira, ambientalista e pedagoga, filiada ao Partido Verde ( PV ).
Nasceu em uma colocação de seringueiras chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a setenta quilômetros do centro de Rio Branco, capital do Estado do Acre. Seus pais Pedro Augusto e Maria Augusta tiveram onze filhos, dos quais sobreviveram apenas oito. Cortou seringueiras junto com as irmãs e plantou roçados. Caçou, pescou e por fim ajudou o pai a quitar as dívidas com o dono do seringal. Aos quatorze anos só conhecia as quatros operações básicas de matemática, pois onde vivia não havia escola.
Formou-se em História pela Universidade Federal do Acre, em 1985. Na faculdade descobriu o marxismo e entrou para um agrupamento político semiclandestino, o Partido Revolucionário Comunista (PRC), que mais tarde seria incorporado ao PT.
Foi professora na rede de ensino de segundo grau. Engajou-se no movimento sindical. Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Acre em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Nesse ano, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e candidatou-se a deputada federal, porém não venceu a eleição.
Em 1988, elegeu-se vereadora do Município de Rio Branco, no Acre, tendo sido a vereadora mais votada e conquistando a única vaga da esquerda na Câmara Municipal. Como vereadora causou polêmica por combater os privilégios dos vereadores e devolver benefícios financeiros que os demais vereadores também recebiam, só que sem questionarem. Com isso passou a ter muitos adversários políticos, mas a admiração popular também cresceu.
Exerceu seu mandato de vereadora até 1990. Nesse ano candidatou-se a deputada estadual e obteve novamente a maior votação. Logo no primeiro ano do novo mandato descobriu-se doente: havia se contaminado com metais pesados quando ainda vivia no seringal.
Em 1994 foi eleita senadora da República, representante do Estado do Acre, pelo Partido dos Trabalhadores, com a maior votação, enfrentando uma tradição de vitória exclusiva de ex-governadores e grandes empresários do Estado.
Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores, de 1995 a 1997.
Pode-se dizer que se tornou uma das principais vozes da Amazônia, tendo sido responsável por vários projetos, entre eles o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.

PS: Atualmente deixou o PT e ingressou no PV, pois tem encontrado muita incompatibilidade de principios, devido ao novo rumo que tem tomado o partido dos trabalhadores. Nao se pode dizer de que lago ele joga hoje, se joga com o povo ou contra ele junto com a grande burguesia....

Mapa da Gripe Suína no Brasil

24/08/2009 22:56h
São Paulo é o Estado com o maior número de mortes no país em decorrência da gripe A (H1N1), com 179 óbitos confirmados. O Paraná é o segundo em número de vítimas (154), seguido pelo Rio Grande do Sul (94), Rio (49), Santa Catarina (11), Minas (8), Paraíba (2), Bahia (1), Pará (1), Rondônia (1), Mato Grosso do Sul (1), Rio Grande do Norte (1) e Amazonas (1), além do Distrito Federal (1).

Assista ao vídeo oficial do Ministério da Saúde sobre a Gripe Suína, formas de contágio, perigos e vacinas:



Como tirar antecedentes criminais do Ceará pela Internet?


Antecedentes Criminais Ceará
Veja também: Antecedentes Criminais Online de todos os Estados
No site do Governo do Ceará
Não encontramos disponível no site do Governo do Ceará qualquer referência à expedição online do atestado de antecedentes criminais (também conhecido com certidão de antecedentes, nada consta criminal ou folha corrida).
Mas há instruções em link da policia civil informando que é necessário comparecer munido de carteira de identidade nos seguintes endereços em Fortaleza: Instituto de Identificação localizado na Av. da Universidade, 3265 – Benfica, das 7h00 às 17h00, de segunda à sexta-feira. Casas do Cidadão, localizadas na Av. Barão do Rio Branco, Shopping Diogo, 2º andar e na Av. Carapinima, 2200 – Shopping Benfica, no horário de 9h00 às 18h00, de segunda à sexta-feira.
No site do Tribunal de Justiça do Ceará
Já o TJCE sai à frente de muitos Tribunais do país, disponibilizando em seu sítio na internet um serviço muito necessário.
Para gerar o documento, pode-se acessar a página do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (http://www.tjce.jus.br/), clicar em “Certidão Negativa Criminal” ou ir diretamente para: http://www4.tjce.jus.br/siscertidao e completar os dados requeridos. (Apenas serão emitidas, via internet, as certidões cujo resultado for “NADA CONSTA”.)

Antecedentes de qualquer lugar do Ceará
Informação válida para Fortaleza, Canindé , Juazeiro do Norte, Caucaia, Crateús, Quixeramobim,Sertões, Maracanaú, Aquiraz,Sobral ,Crato,Itapipoca e demais municípios do interior.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"Fim do Silêncio"



O documentário FIM DO SILÊNCIO sobre o aborto, está já em fase de finalização.Foi utilizado no filme somente os depoimentos das mulheres das três regiões (Rio, São Paulo e Recife) que falam porque e como fizeram aborto, ao invés de colocarmos o debate que estáo correndo sobre o aborto na sociedade, dentro do filme. O documentário, apenas com o relato impressionante das mulheres, já é capazde provocar um excelente debate e por si já demonstra a situação extrema de saúde pública que o aborto inseguro representa.A partir de hoje, já está com algumas cenas dodocumentário no youtube. Por favor, divulguem para seus amigos, listas, ONGs,etc, pois esta divulgação será muito importante.

Assista trechos do documentário abaixo.

UM EXEMPLO

Menino ensina o que fazer diante de um....

Em carta ao presidente do PT, Marina Silva justifica saída do partido

Depois de duas semanas de mistério, a senadora Marina Silva (PT-AC) anunciou nesta quarta-feira (19) a sua desfiliação do partido. Para justificar os motivos que a levaram a deixar o Partido dos Trabalhadores depois de 30 anos de militância, a senadora escreveu uma carta. Confira a integra do texto:

“Caro companheiro Ricardo Berzoini,

Tornou-se pública nas últimas semanas, tendo sido objeto de conversa fraterna entre nós, a reflexão política em que me encontro há algum tempo e que passou a exigir de mim definições, diante do convite do Partido Verde para uma construção programática capaz de apresentar ao Brasil um projeto nacional que expresse os conhecimentos, experiências e propostas voltados para um modelo de desenvolvimento em cujo cerne esteja a sustentabilidade ambiental, social e econômica.

O que antes era tratado em pequeno círculo de familiares, amigos e companheiros de trajetória política, foi muito ampliado pelo diálogo com lideranças e militantes do Partido dos Trabalhadores, a cujos argumentos e questionamentos me expus com lealdade e atenção. Não foi para mim um processo fácil. Ao contrário, foi intenso, profundamente marcado pela emoção e pela vinda à tona de cada momento significativo de uma trajetória de quase trinta anos, na qual ajudei a construir o sonho de um Brasil democrático, com justiça e inclusão social, com indubitáveis avanços materializados na eleição do Presidente Lula, em 2002.
Hoje lhe comunico minha decisão de deixar o Partido dos Trabalhadores. É uma decisão que exigiu de mim coragem para sair daquela que foi até agora a minha casa política e pela qual tenho tanto respeito, mas estou certa de que o faço numa inflexão necessária à coerência com o que acredito ser necessário alcançar como novo patamar de conquistas para os brasileiros e para a humanidade. Tenho certeza de que enfrentarei muitas dificuldades, mas a busca do novo, mesmo quando cercada de cuidados para não desconstituir os avanços a duras penas alcançados, nunca é isenta de riscos.

Tenho a firme convicção de que essa decisão vai ao encontro do pensamento de milhares de pessoas no Brasil e no mundo, que há muitas décadas apontam objetivamente os equívocos da concepção do desenvolvimento centrada no crescimento material a qualquer custo, com ganhos exacerbados para poucos e resultados perversos para a maioria, ao custo, principalmente para os mais pobres, da destruição de recursos naturais e da qualidade de vida.

Tive a honra de ser ministra do Meio Ambiente do governo Lula e participei de importantes conquistas, das quais poderia citar, a título de exemplo, a queda do desmatamento na Amazônia, a estruturação e fortalecimento do sistema de licenciamento ambiental, a criação de 24 milhões de hectares de unidades de conservação federal, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro. Entendo, porém, que faltaram condições políticas para avançar no campo da visão estratégica, ou seja, de fazer a questão ambiental alojar-se no coração do governo e do conjunto das políticas públicas.

É evidente que a resistência a essa mudança de enfoque não é exclusiva de governos. Ela está presente nos partidos políticos em geral e em vários setores da sociedade, que reagem a sair de suas práticas insustentáveis e pressionam as estruturas públicas para mantê-las.

Uma parte das pessoas com quem dialoguei nas últimas semanas perguntou-me por que não continuar fazendo esse embate dentro do PT. E chego à conclusão de que, após 30 anos de luta socioambiental no Brasil – com importantes experiências em curso, que deveriam ganhar escala nacional, provindas de governos locais e estaduais, agências federais, academia, movimentos sociais, empresas, comunidades locais e as organizações não-governamentais – é o momento não mais de continuar fazendo o embate para convencer o partido político do qual fiz parte por quase trinta anos, mas sim o do encontro com os diferentes setores da sociedade dispostos a se assumir, inteira e claramente, como agentes da luta por um Brasil justo e sustentável, a fazer prosperar a mudança de valores e paradigmas que sinalizará um novo padrão de desenvolvimento para o País. Assim como vem sendo feito pelo próprio Partido dos Trabalhadores, desde sua origem, no que diz respeito à defesa da democracia com participação popular, da justiça social e dos direitos humanos.

Finalmente, agradeço a forma acolhedora e respeitosa com que me ouviu, estendendo a mesma gratidão a todos os militantes e dirigentes com quem dialoguei nesse período, particularmente a Aloizio Mercadante e a meus companheiros da bancada do Senado, que sempre me acolheram em todos esses momentos. E, de modo muito especial, quero me referir aos companheiros do Acre, de quem não me despedi, porque acredito firmemente que temos uma parceria indestrutível, acima de filiações partidárias. Não fiz nenhum movimento para que outros me acompanhassem na saída do PT, respeitando o espaço de exercício da cidadania política de cada militante. Não estou negando os imprescindíveis frutos das searas já plantadas, estou apenas me dispondo a continuar as semeaduras em outras searas.

Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.

Saudações fraternas,

Marina Silva”

sábado, 22 de agosto de 2009

Mensagem de Gandhi


“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida.

A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.

Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.

Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos.

Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.

Além do pão, o trabalho.

Além do trabalho, a ação.

Além da ação o cultivo à amizade.

E, quando tudo mais faltasse, deixaria um segredo:

O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída”.

Gandhi